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Muita hora nessa calma

Tem um post GIGAENORMEBLASTERULTRASUPERDUCARAI sobre gadgets sendo produzido, dos mais completos que eu jamais escrevi, porém eu to tendo que digitar essa porra toda no laptop, coisa que eu simplesmente ODEIO fazer, por isso o post deve sair só hoje de madrugadão, isso se eu tiver paciência, senão só quando eu voltar de viagem (domingo ou segunda, sei lá).

Até lá paciência pra vocês e para mim.

Moving on…

A uma semana atrás eu anunciei minha volta e… Sumi. Com toda a cara-de-pau que Deus me deu eu vou simplesmente ignorar este hiato e continuar com a minha volta, como se absolutamente NADA houvesse acontecido.

Bonito não?

Seguinte, hoje aqui em casa eu estava indo preparar meu miojinho, isto porque eu havia me esquecido de jantar – fato corriqueiro na minha vida – quando me dei conta de uma coisa interessante: alguém além de mim já percebeu que o ser humano tem certo defeitos de fabricação no cérebro?

Eu não estou me referindo à atitudes vestigiais (tipo procurar por uma fêmea de ancas largas ou ter medo de altura ou gostar de sentar ao redor do fogo) eu estou me referindo a defeitos MESMO. Como quando seu iPod está com um bug e toda vez que você avança uma música ele toca a macarena.

Sim, o ser humano TEM este tipo de (se me permitem a analogia EXTREMAMENTE NERD) bug de software. Eu por exemplo: quando estava alí preparando o singelo miojo notei que, sem pensar nem nada estava cantando animadamente “eye of the tiger” do Survivor e mais, esta é uma música que:

a) Eu mal sei a letra;

b) Acompanho de ouvido MUITO mal;

c) Eu não sou lá tão fã…

Claro que perceber isso me fez refletir mais uma vez sobre a minha parca sanidade e ter certeza que mais lá pra frente na minha vida eu vou envergonhar minha família de alguma maneira que eu jamais poderia imaginar.

Pulando este detalhe depressivo eu pude avaliar que realmente, alguma coisa no meu cérebro associava “fazer miojo” com “Rocky Balboa”, se isso não é um defeito, eu não faço IDÉIA do que pode ser um.

Se bem que podia ser bem pior. Pense bem, pense como seu defeito de fabricação poderia ser destrutivo se fosse uma associação entre sodomismo e enlatados…

“Deixa eu ver aqui… Um saco de arroz, um de feijão, pacote de macarrão… Ah sim eu também tenho que pegar o molho de tomat… AI MEU DEUS EU TENHO QUE DAR MEU CU. A – G – O – R – A!!

Isso sim seria algo ruim.

Pense nisso. E pense também se eu podia ter escrito alguma coisa PIOR do que isto aí.

(e o que aconteceu com as resenhas nérdicas? Pergunte ao meu HD que pipocou…)

Comentário do outro autor

Melow Diz:
…E eu canto, sem perceber, “Don’t Stop Belivin'” no busão #prontofalei

O que é isso??

Sim.

Sim.

SIM!

Estou postando no Eidagarai! O Blog não morreu porra! Não totalmente né? O que rolou foi um mói de merda, que eu estou sem paciência para comentar agora. O importante é que eu devo estar voltando agora, não todos os dias, mas pelo menos uma vez por semana.

Infelizmente meus posts do MPSSI foram praputaquipariu (um dos fatores que me afastaram do Blog) o que significa que estou sem meus posts estepes, dito isto deixo esta mensagem aqui:

Eidagarai is not Dead, and BEWARE, he’ll be back!

Nos meus tempos de ôdeefe eu costumava ser bom em uma coisa: começar a escrever sobre porra nenhuma e acabar escrevendo sobre alguma coisa, mesmo que essa coisa fosse completamente imbecil e nonsense.

Com tanto tempo afastado da prática de escrever textos aleatórios em uma escala quase diária eu acabei me tornando uma putinha da famigerada “inspiração”. O problema é: inspiração feita de epifanias não existem. Tipo, obviamente quando você vai passear pelo parque e vê um grupo de marombeiros malhando naqules cantos peseudo-academias com alteres feitos de cimento e barras de ferro de tamanhos diferentes e você acaba tendo a inspiração pra escrever um texto sobre a parada gay ou o efeito diminuidor de bolas dos anabolizantes, mas estar em casa parado sem fazer caraio nenhum com toda certeza não vai te dar inspiração pra escrever nada. Este problema gera uma bola de neve que pode ser explicada pelo seguinte infográfico feito rapidamente no paint pelo vosso humilde interlocutor e futuro empregado da redação da Superinteressante:

4 So absolutely fucking True…

Por este motivo eu acabei perdendo parte daquele instinto maroto de arranjar um assunto enquanto escrevia alguma besteira. Claro que quando eu fazia isso só uma pequena parte dos textos me agradavam, mas por incrível que pareça tinha gente que gostava da maioria, bom, fazer o que né?

Bom, fato é que enquanto eu botava essas letrinhas no notepad eu me toquei que dentro de mim eu ainda estava sentindo um certo desconforto e, aliviado por não ser gases pude constatar que era uma raiva. Mas raiva de que? Vocês me perguntam. Do cinema ao qual fui ontem, mais específicamente das pessoas que lá estavam. E para exemplificar com mais precisão eu decidi fazer uma pequena lista com os piores estereótipos do cinema, possivelmente eu vou deixar escapar algum mas, na minha concepção, esses são os que mais apertam meu saco:

1 – O cara que acha que o lançamento desse filme é o acontecimento do ano:
Idade do pentelho: Qualquer idade.
Sexo do pentelho: Qualquer sexo.

Este é o estereótipo mais abrangente de todos, ele pode ser você daqui a um ano ou a sua irmã daqui a três meses, não interessa, todo cara que acha que o lançamento do tal filme É o acontecimento do ano age do mesmo jeito.

Primeiro é a euforia na fila, seja pra comprar o bilhete ou para entrar na sala. Esse sujeito fala o tempo todo e quase sempre sobre algo relacionado ao filme, seja para comentar como o mundo de Tolkien é ABSOLUTAMENTE perfeito e sem falhas, além de ser muito maior do que o filme sugere ou pra soltar aquel fun fact maroto das gravações do filme (quando é uma trilogia ou uma sequência é pior ainda), como daquela vez no primeiro filme do Indiana Jones que o Harisson Ford pegou uma diarréia e pediu pra cortarem a cena na metade, putz, cara, foi muuuuito hilário né véi? Não. Pelo menos não na fila do cinema.

Fila é um lugar chato, desagradável e inconveniente, que foi inventado somente pelo fato de que nossa física não permite que dois corpos ocupem o mesmo lugar no espaço ao mesmo tempo, por isso ninguém fica contente numa fila, eu não quero ouvir histórias divertidas dos outros numa fila. Eu quero esperar numa fila pra poder entrar na sala do cinema, ponto.

Outro detalhe que irrita nesse sujeito é que ele é o cara que aplaude o filme (no início ou no fim) que faz comentários em voz alta sobre a relação do filme com a obra original (livro, gibi, etc) e ele vai se dividir em dois subgrupos:

1.1 – O cara que acha que o lançamento desse filme é o acontecimento do ano e GOSTOU DO FILME:

O que significa que quando você for assitir o filme já vai ser a terceira vez que ele está assistindo e que ele vai comentar sobre coisas que vão acontecer cinco ou dez minutor mais a frente, vai falar junto com o personagem algumas palavras ou “advinhar” o final das frases de efeito, ou até responde-las.

*Filme* “Luke, I am your father!”
*Maluco do seu lado* “NOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO!”

1.2 – O cara que acha que o lançamento desse filme é o acontecimento do ano e ODIOU O FILME:

Esse só deve assitir o filme uma vez. Vai ficar reclamando do filme o TEMPO TODO, falar das falhas da adaptação da história em voz alta, rir nos momentos de tensão e dizer que “no livro dava muito mais medo” além de que no final do filme ele provavelmente vai berrar algo como “que merda!” e vai embora. Perceba que esse cara é um pouco menos incômodo do que o cara que gostou do filme, e por isso eu acabo sempre torcendo que as adaptações do cinema sejam sempre abaixo das expectativas dessa galera.

Agora, se o cara tá indo ver o filme pela segunda vez, a contragosto porque foi arrastado pelos amigos, meu amigão, saia da sala, porque este seujeito vai fazer a mesma coisa que o caso anterior, só que com mais frequência, debochando do filme, vai querer que todos na sala pensem como ele e ainda vai se achar no direito de fazer todo esse drama, afinal de contas “Estragaram a minha obra favrita!”.

2 – Barulhentos:
Idade do pentelho: Praticamente qualquer idade, porém mais frequentemente crianças
Sexo do entelho: Homens predominam, ams se o caso for histerismo, mulheres ganham.

Este não precisa nem de muito detalhamento, é aquele cara que parece que veio pra sala para evitar que a sua experiência cinematográfica não chegue perto de ser agradável: Ele abre pelo menos doze sacos dos mais variados petiscos, ele fala nas horas inapropriadas (se for uma criaça é bem possível que grite nas horas mais inapropriadas), batuca na cadeira da frente chama o Maurício pra falar do cabelo da Patrícia e contar uma piadinha sobre a blusa esquisita do Roberto, enfim, não para de fazer barulho um maldito segundo na porra do filme, dando em você a vontade de pegar o canhoto do filme e socar goela abaixo do maldito e depois ir embora da sala.

3 – Brigões:
Idade do pentelho: Normalmente um zé-mané de meia idade.
Sexo do pentelho: Homens na maioria das vezes.

Você já deve ter presenciado esse cena. Você resolve assistir uma animação ou um filme cuja tarja é Livre, se conscientiza que lá dentro haverão dezenas e mais dezenas de criaças e que elas simplesmente não conseguem ficar quietas. Anestesia seu próprio saco, engole toda a raiva do mundo e entra na sala, disposto a suportar seja lá que atrocidade um monte de crianças juntas possam fazer.

Mas tem lá um imbecil, normalmente desacompanhado, que senta numa das filas do meio, do lado de uma senhora e seus dois filhos melequentos. Lá pras tantas o filho pequeno começa a chorar ou uma das criaças começa a implicar coma  outra e, num ataque de total ódio e fúria que somente o Michael Douglas num dia de fúria poderia nos demonstrar, começa a BRIGAR COM A CRIANÇA, aos berros mesmo e ao ponto de se levantar, exigir que os pais e os pentelhos saiam dali.

Não é preciso dizer que além do tom cômigo da briga é bastante chato você estar numa sala que rola um barraco, afinal de contas até alguém parar o filme, acender as luzes e chamar um segurança botar um dedo no rabo do cara e mandar ele vazar da sala você vai perder algum tempo do filme com os berros e os choros.

É engraçado, mas é um saco.

Bom, esses são os tipos que mais me encomodam numa sala de cinema. Eu me esqueci de algum que você detesta? Então manda aí nos comentários.

Tô afim de ler algum livro novo. Quase todo mundo que eu conheço está lendo um livro, e pior ainda, oitenta por cento dessas pessoas estão lendo alguma coisa intelectualizada e de alto gabarito: minha namorada lendo Joana D’Arc, dois amigos meus lendo Dostoievski, o co-autor do blog m quano não está lendo algum livro de crônicas do veríssimo está tentando ler Os temmplários e a irmã da minha namorada lendo o terceiro livro da série de Crepúsculo. Não preciso dizer destes aí quem faz parte dos 20 por cento né? Bom, e isso é do povo que eu tenho falado sobre isso recentemente. O fato é que agora as pessoas que me rodeiam utilisam as férias para ler um pouco e não mais puramente estragar seus cérebros na frente de uma tela (seja de um pc ou seja de uma televisão) e isso me deixou preocupado, meuito preocupado.

Não com eles, claro, comigo. Porra eu não tô lendo porra nenhuma. A última coisa que eu li, fora algum livro de Direito civil, penal ou coqué merda do tipo, foi O restaurante no fim do universo do Douglas Adams, que por sinal é foda, a uns seis meses atrás, se não mais…

E isso pra alguém que gosta de manter a imagem de intelectualsinho de merda é bastante negativo, como é que eu vou soltar aquela frase de que “Outro dia eu estava lendo num livro e vi uma coisa muito interessante” se eu não li porra nenhuma outro dia?

Por isso estou criando coragem pra comprar o primeiro volume do Conde de Monte Cristo, isso se venderem os volumes separadamente. Se não venderem fudeu por que eu sou chato pra caralho e só gosto de ler livro MEU e que seja BONITO. Não me perguntem a razão, porquê eu não faço a mínima idéia do motivo desta fixação, mas toda vez que eu vou ler um livro emprestado, um livro velho ou cuja aparência não me agrade eu simplesmente perco a vontade de ler. Este foi um dos motivos pelos quais eu nunca terminei de ler as Vinte mil léguas submarinas, já que a versão  que me foi dada é feia e com uma impressão meio porca… Eu já pensei até em comprar um outro pra começar a ler de novo, mas aí meus pais iam sacar que eu sou maluco e isso não é anda divertido.

Mas e você aí que está lendo este post, têm lido alguma coisa além de blogs e revistas Caras? E você considera esse seu livro uma parada intelectualizada? Fala aí nos comentários.

Obs: Se tiver algum erro aí no texto, avisem, n tive saco de revisar esse aí…

Outro dia eu estava indo pra casa da namorada, cumprindo com minha procissão costumeira, isto porque minha dama mora a dois municípios de distância de mim e eu tenho que, LITERALMENTE pegar uma estrada toda vez que nos vemos, quando parei num sinal no meio do caminho. Na maior parte do caminho até a casa dela não existem muitos sinais e este é o maior benefício de dirigir numa estrada: o trânsito é sensivelemnte menos caótico (algo absolutamente maravilhoso na região campeã em maus motoristas no mundo: o Grande Recife).

O fato é que ao parar no sinal avistei de longe quele grupo de pessoas reunidas ao lado do semáforo propriamente dito, rápida olhada, todos vestidos de branco, ou eram de um grupo promovendo a paz no trânsito ou eram um grupo de crentes arrecadando uma grana pra comprar um lote no céu, torci cá com os meus botões que fosse mesmo uma campanha do DETRAN e fiquei de butuca olhando por cima do retrovisor externo. Uma segunda olhada e percebo que o grupo era composto 97,3% por mulheres que trajavam saias compridas e usavam cabelo preso, não trajavam sequer um acessório, maquiagem ou qualquer outra coisa que sugerisse que aquelas pessoas possuiam qualquer tipo de vaidade, queda da ficha: grupo de crentes.

O maior problema do grupo de crentes não é o olhar de “burn in hell” que eles mandam pra você quando você sacode a cabeça e diz que deixou os útimos trocados com os viciados do sinal anterior ou o fato de que sempre é um grupo desnecessáriamente grande, grande o suficiente para  que, caso um deles realmente não goste de você, possa siplesmente virar o seu carro e tacar fogo na sua bunda, e tudo o que você poderá fazer e implorar pra que eles façam com carinho. Não, absolutamente, a PIOR coisa que existe em relação ao grupo de crentes arrecadando dinheiro no sinal é o fato de que nas entrelinhas eles estão “vendendo a palavra de Deus”. É sempre a mesma parada: a mulher chega toda sorridente, entrega um santinho, você inocentemente pega um e então ela levanta a sacola e diz “A palavra de Deus”. Não sei vocês mas toda vez eu fico meu cabrero de negar e praticamente dizer, de uma maneira não-verbal “Ná, porra ninhuma, a pavra de Deus não vale nada não, pede pro cara alí atrás, ó, ele tem cara de otário…” sério, eu apesar de tudo tenho lá minha religiosidade e não gosto muito da idéia de ganhar um ticket “Free Blasphemy” no dia e cavar mais alguens centímetros pro inferno por causa de uma paradinha no sinal. Podem me chamar de anormal, mas eu realmente fico lá meio cabreiro.

Mas este dia foi especial, afinal eu tava lá de olho e pá, mas, sabe quando você se concentra tanto que você acaba viajando? Pois é, rolou comigo e quando eu menos esperava catuca no vidro do carro uma crente, eu acordo da minha viagem e olho pra ela, ela sorri fala alguma coisa (obviamente era “A palavra de Deus” mas eu resolvi conferir), baixei o vidro um pouco e ouvi “A palavra de Deus!” dou um sorriso meio amarelo e pego o santinho e, antes que eu pudesse dizer que tava sem grana, abre-se o sinal e eu ganhei um passaporte para a liberdade, joguei o santinho no banco do carona e só dei uma olhada por curiosidade quando parei de novo num sinal já bem longe dalí.

De um lado aquelas mensagens que TODOS esses santinhos têm.

Do outro…

2

Preciso dizer que eu ganhei meu dia ali e ri feito um maluco por mais de uma hora?

Ná…

Outro dia eu estava vendo toda esse putaria entre Estazunidos e Coréia do Norte, sabe coé, um diz que só quer que todo mundo fique feliz, tipo num comercial de margarina, enquanto o outro fica num “te explodo, não te explodo” meio louco e pá.

Com isso eu me lembrei de uma historinha que ilustra perfeitamente o cenário político mundial, e como eu acho a metáfora simplesmente perfeita eu tive certeza que precisava dividi-la com alguém, mesmo que isso signifique que o mundo já tenha explodido num holocausto nuclear quando esse post tentar ir ao ar.

Vamo lá, que eu não sou Jesus mas parábola é comigo mesmo:

Numa savana lá no meio da Africa existia um leão foda, mas muito foda mesmo, o cara era o chefe dos leões (e consequentemente de todos os animais) por muito tempo, e o tal do leão tocava o maior terror na galera.

Piou fora do tom ele ia lá e papava, não tinha meio termo, era preto ou branco, cinza era coisa de hiena, e vocês sabem que os leões detestam hienas.

Bom, um dia o leão bateu as botas, ninguém sabe direito como, mas bateu, e no seu lugar assumiu um leão tão foda quanto, como não podia deixar de ser, só que diferente do seu antecessor o Leão II era um cara boa praça que gostava de conversar e fazer amigos muito mais do que dilacera-los e servi-los no jantar. Era um cara legal o Leão II.

Um dia Leão II estava andando por uma das áreas cheias de árvore da região quando olhou pra cima e viu um macaquinho tremendo de medo, pronto pra fazer subir seu conceito com todos os animais da região e ficar cada vez mais conhecido como “O leão mais gente fina EVER” Leão II pensou em ganhar a amizade do macaquinho na base da confiança:

Leão II: Ei! Você aí! Vamos desça, vamos conversar um pouco!

Macaco: Oras, fale daí mesmo! Eu que não vou me arriscar a descer aí e virar patê de macaco!

Leão II: Não precisa ter medo! Eu não vou lhe fazer mal, só quero conversar!

Macaco: Que garantia tenho? Se você estiver mentindo ou mudar de idéia não levará um segundo para que me mates!

Vendo que a desconfiança do macaco tinha fundamento o leão teve uma idéia, pegou alguns cipós e amarrou seus braços e suas pernas bem amarrados e ficou ali, jogado no chão do lado da árvore, ao verificar que estava completamente imóvel ele gritou:

Leão II: Pode descer agora macaco! Estou todo amarrado e sou completamente inofensivo a você!

Então o macaco desceu e começou a se tremer todo, então o leão perguntou:

Leão II: Oras, porque tremes tanto? Já me amarrei todo e não te ofereço perigo, já disse, não precisas ter medo.

Macaco: Não é medo, é emoção. É que essa é a primeira vez que vou comer a bunda de um leão.

Precisa explicar a parábola? Acho que não.