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Archive for julho \29\UTC 2009

Tô afim de ler algum livro novo. Quase todo mundo que eu conheço está lendo um livro, e pior ainda, oitenta por cento dessas pessoas estão lendo alguma coisa intelectualizada e de alto gabarito: minha namorada lendo Joana D’Arc, dois amigos meus lendo Dostoievski, o co-autor do blog m quano não está lendo algum livro de crônicas do veríssimo está tentando ler Os temmplários e a irmã da minha namorada lendo o terceiro livro da série de Crepúsculo. Não preciso dizer destes aí quem faz parte dos 20 por cento né? Bom, e isso é do povo que eu tenho falado sobre isso recentemente. O fato é que agora as pessoas que me rodeiam utilisam as férias para ler um pouco e não mais puramente estragar seus cérebros na frente de uma tela (seja de um pc ou seja de uma televisão) e isso me deixou preocupado, meuito preocupado.

Não com eles, claro, comigo. Porra eu não tô lendo porra nenhuma. A última coisa que eu li, fora algum livro de Direito civil, penal ou coqué merda do tipo, foi O restaurante no fim do universo do Douglas Adams, que por sinal é foda, a uns seis meses atrás, se não mais…

E isso pra alguém que gosta de manter a imagem de intelectualsinho de merda é bastante negativo, como é que eu vou soltar aquela frase de que “Outro dia eu estava lendo num livro e vi uma coisa muito interessante” se eu não li porra nenhuma outro dia?

Por isso estou criando coragem pra comprar o primeiro volume do Conde de Monte Cristo, isso se venderem os volumes separadamente. Se não venderem fudeu por que eu sou chato pra caralho e só gosto de ler livro MEU e que seja BONITO. Não me perguntem a razão, porquê eu não faço a mínima idéia do motivo desta fixação, mas toda vez que eu vou ler um livro emprestado, um livro velho ou cuja aparência não me agrade eu simplesmente perco a vontade de ler. Este foi um dos motivos pelos quais eu nunca terminei de ler as Vinte mil léguas submarinas, já que a versão  que me foi dada é feia e com uma impressão meio porca… Eu já pensei até em comprar um outro pra começar a ler de novo, mas aí meus pais iam sacar que eu sou maluco e isso não é anda divertido.

Mas e você aí que está lendo este post, têm lido alguma coisa além de blogs e revistas Caras? E você considera esse seu livro uma parada intelectualizada? Fala aí nos comentários.

Obs: Se tiver algum erro aí no texto, avisem, n tive saco de revisar esse aí…

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Outro dia eu estava indo pra casa da namorada, cumprindo com minha procissão costumeira, isto porque minha dama mora a dois municípios de distância de mim e eu tenho que, LITERALMENTE pegar uma estrada toda vez que nos vemos, quando parei num sinal no meio do caminho. Na maior parte do caminho até a casa dela não existem muitos sinais e este é o maior benefício de dirigir numa estrada: o trânsito é sensivelemnte menos caótico (algo absolutamente maravilhoso na região campeã em maus motoristas no mundo: o Grande Recife).

O fato é que ao parar no sinal avistei de longe quele grupo de pessoas reunidas ao lado do semáforo propriamente dito, rápida olhada, todos vestidos de branco, ou eram de um grupo promovendo a paz no trânsito ou eram um grupo de crentes arrecadando uma grana pra comprar um lote no céu, torci cá com os meus botões que fosse mesmo uma campanha do DETRAN e fiquei de butuca olhando por cima do retrovisor externo. Uma segunda olhada e percebo que o grupo era composto 97,3% por mulheres que trajavam saias compridas e usavam cabelo preso, não trajavam sequer um acessório, maquiagem ou qualquer outra coisa que sugerisse que aquelas pessoas possuiam qualquer tipo de vaidade, queda da ficha: grupo de crentes.

O maior problema do grupo de crentes não é o olhar de “burn in hell” que eles mandam pra você quando você sacode a cabeça e diz que deixou os útimos trocados com os viciados do sinal anterior ou o fato de que sempre é um grupo desnecessáriamente grande, grande o suficiente para  que, caso um deles realmente não goste de você, possa siplesmente virar o seu carro e tacar fogo na sua bunda, e tudo o que você poderá fazer e implorar pra que eles façam com carinho. Não, absolutamente, a PIOR coisa que existe em relação ao grupo de crentes arrecadando dinheiro no sinal é o fato de que nas entrelinhas eles estão “vendendo a palavra de Deus”. É sempre a mesma parada: a mulher chega toda sorridente, entrega um santinho, você inocentemente pega um e então ela levanta a sacola e diz “A palavra de Deus”. Não sei vocês mas toda vez eu fico meu cabrero de negar e praticamente dizer, de uma maneira não-verbal “Ná, porra ninhuma, a pavra de Deus não vale nada não, pede pro cara alí atrás, ó, ele tem cara de otário…” sério, eu apesar de tudo tenho lá minha religiosidade e não gosto muito da idéia de ganhar um ticket “Free Blasphemy” no dia e cavar mais alguens centímetros pro inferno por causa de uma paradinha no sinal. Podem me chamar de anormal, mas eu realmente fico lá meio cabreiro.

Mas este dia foi especial, afinal eu tava lá de olho e pá, mas, sabe quando você se concentra tanto que você acaba viajando? Pois é, rolou comigo e quando eu menos esperava catuca no vidro do carro uma crente, eu acordo da minha viagem e olho pra ela, ela sorri fala alguma coisa (obviamente era “A palavra de Deus” mas eu resolvi conferir), baixei o vidro um pouco e ouvi “A palavra de Deus!” dou um sorriso meio amarelo e pego o santinho e, antes que eu pudesse dizer que tava sem grana, abre-se o sinal e eu ganhei um passaporte para a liberdade, joguei o santinho no banco do carona e só dei uma olhada por curiosidade quando parei de novo num sinal já bem longe dalí.

De um lado aquelas mensagens que TODOS esses santinhos têm.

Do outro…

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Preciso dizer que eu ganhei meu dia ali e ri feito um maluco por mais de uma hora?

Ná…

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Outro dia eu estava vendo toda esse putaria entre Estazunidos e Coréia do Norte, sabe coé, um diz que só quer que todo mundo fique feliz, tipo num comercial de margarina, enquanto o outro fica num “te explodo, não te explodo” meio louco e pá.

Com isso eu me lembrei de uma historinha que ilustra perfeitamente o cenário político mundial, e como eu acho a metáfora simplesmente perfeita eu tive certeza que precisava dividi-la com alguém, mesmo que isso signifique que o mundo já tenha explodido num holocausto nuclear quando esse post tentar ir ao ar.

Vamo lá, que eu não sou Jesus mas parábola é comigo mesmo:

Numa savana lá no meio da Africa existia um leão foda, mas muito foda mesmo, o cara era o chefe dos leões (e consequentemente de todos os animais) por muito tempo, e o tal do leão tocava o maior terror na galera.

Piou fora do tom ele ia lá e papava, não tinha meio termo, era preto ou branco, cinza era coisa de hiena, e vocês sabem que os leões detestam hienas.

Bom, um dia o leão bateu as botas, ninguém sabe direito como, mas bateu, e no seu lugar assumiu um leão tão foda quanto, como não podia deixar de ser, só que diferente do seu antecessor o Leão II era um cara boa praça que gostava de conversar e fazer amigos muito mais do que dilacera-los e servi-los no jantar. Era um cara legal o Leão II.

Um dia Leão II estava andando por uma das áreas cheias de árvore da região quando olhou pra cima e viu um macaquinho tremendo de medo, pronto pra fazer subir seu conceito com todos os animais da região e ficar cada vez mais conhecido como “O leão mais gente fina EVER” Leão II pensou em ganhar a amizade do macaquinho na base da confiança:

Leão II: Ei! Você aí! Vamos desça, vamos conversar um pouco!

Macaco: Oras, fale daí mesmo! Eu que não vou me arriscar a descer aí e virar patê de macaco!

Leão II: Não precisa ter medo! Eu não vou lhe fazer mal, só quero conversar!

Macaco: Que garantia tenho? Se você estiver mentindo ou mudar de idéia não levará um segundo para que me mates!

Vendo que a desconfiança do macaco tinha fundamento o leão teve uma idéia, pegou alguns cipós e amarrou seus braços e suas pernas bem amarrados e ficou ali, jogado no chão do lado da árvore, ao verificar que estava completamente imóvel ele gritou:

Leão II: Pode descer agora macaco! Estou todo amarrado e sou completamente inofensivo a você!

Então o macaco desceu e começou a se tremer todo, então o leão perguntou:

Leão II: Oras, porque tremes tanto? Já me amarrei todo e não te ofereço perigo, já disse, não precisas ter medo.

Macaco: Não é medo, é emoção. É que essa é a primeira vez que vou comer a bunda de um leão.

Precisa explicar a parábola? Acho que não.

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Pelas últimas, sei lá, quatro semanas, eu fui atormentado pelo megafumo que é o combo internet problemática + falta de grana + preguiça vacacional. Este combo terrível foi responsável por uma série de problemas que me afastaram de internet, afinal tornava minha navegação na interwebs broxante demais para ser descrita com palavras.

O negócio é que, com este fato eu ganhei uma desculpa magnífica para não fazer NADA nos dias em que eu ficava em casa, e para alguém que aprecia o ócio, mesmo que inconscientemente, uma desculpa para praticá-lo é sempre bem vinda. Com isso o concerto da internet aqui de casa acabou sendo cada vez mais adiado e na hora que começou a incomodar todo mundo o bicho acabou pegando de verdade. Resultado: criei coragem e resolvi ir atrás da resolução dessa porra, até este momento que escrevo este texto nada foi resolvido, mas não deve tardar muito agora.

Mas será que você leu bem? Sim, você leu, você, meu caro leitor, está apreciando um texto vindo diretamente de um passado remoto e sombrio, onde vosso redator não tinha internet.

E porquê isso? Bom eu saquei o que uma criança de 12 anos de idade, portadora de uma grave paralisia no lóbulo superor direito do cérebro e recém saída de uma experiência que a ela proporcionou um stress pós traumático teria percebido à pelo menos uma semana atrás: é melhor eu escrever meus posts devagar do que simplesmente NÃO escrevê-los. Esta epifania reveladora também veio junto com a lembrança de dois amigos meus (incluindo o co-autor desta bagaça) que haviam me indagado “Porque você não escreve as porras dos posts no bloco de notas?”. Com isto acabei dando início à estocagem de posts do período sombrio.

Este aqui é só o post introdutório deesta saga, que eu não faço idéia de quantos posts vai ter. Espero que não muitos, afinal, quanto mais posts eu fizer aqui, mais tempo eu fiquei sem internet (que porra de tempo foi esse que eu usei nessa frase?).

E esse é o início da saga do M.P.S.S.I.

Obs: A idéia era que eu só postasse quando a net voltasse, mas por pressão eu acabei aceitando o sacrifício de upar essa intro.

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Antes do post tenho umas coisas a dizer:
-O Blog não morreu
-Motta está sem internet por isso sua falta de posts
-Eu sou vagabundo, por isso minha falta de posts
Agora, vamos ao post

Você, amigo meu que le esse blog,  provavelmente ja aprendeu a baixar filmes (ou jogos) na internet. Agora, ver filme (ou jogar)  num monitor de, va la, 17 polegadas 4:3 não é muito legal. Você pode comprar um monitor maior tipo, 19 polegadas 16:9 com tela de LCD, mas para que gastar dinheiro se a sua TV da sala pode fazer esse trabalho? “Como?” você me pergunta, “Simples” eu respondo jovem padawan.

Apresento-lhes 3 maneiras simples de fazer isso:

Usando o cabo de Super-VídeoCaboSV

entSVComo identificar se você pode usar:
Tendo essa entrada na sua placa de vídeo e na sua TV você pode usa-lo.

Pros: Simples e barato, a maioria das tv tem entrada de super-vídeo assim como a maioria das placas tem uma saída se contar que muitas já vem com o cabo incluso o que lhe poupa do trabalho de comprar.

Contras: A qualidade da imagem é porca.

Usando o cabo DVIDVI


Pro: Ótima qualidade de imagem.

Contra: Poucas TVs possuem uma entrada DVI.

Usando Cabo HDMIHDMI


Pros: IMAGENS FULLHD BITCH!

Contra: Uma placa com saída HDMI é cara, muito cara.

E é isso ai, espero que tenho ajudado alguém com esse post feito sobre presão em 5 minutos, qualquer duvida comentem que eu respondo o mais cedo possivel.

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