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Posts Tagged ‘ôdeefe’

O post a seguir faz parte da proposta de repostar os posts mais clássicos do meu antigo post, o Ôdeefe. Não tem nada a ver com preguiça (bom, talvez só um pouquinho) e sim com um jeito de não me fazer perder de vista os posts que eu mais gosto e que acredito que os novos leitores do Eidagarai! vão gostar.

Além disto, o post aseguir também retrata algumas das minhas grandes babaquices e momentos “Owned” desses últimos anos… Coisas que eu hoje rio pra caralho, mas que na época me deram uma raiva do caralho de mim mesmo, principalmene por eu não sofrer de amnésia alcoolica, me fazendo lembrar de quase todos os pequenos detalhes das minhas desventuras entopecidas pelo álcool. Coisas que podiam ser facilmentes evitadas, simplesmente se eu prestasse atenção no fato que o alcool não faz de você uma pessoa All cool (ok, caralho, esse foi o PIOR trocadilho da minha vida… vou colocar o post logo por aqui antes que eu continue escrevendo esse tipo de atrocidade…)

(Novamente eu aviso aqui: O post sofreu algumas pequenas alterações em relação ao original, pra deixar mais bonito ou simplesmente corrigir errinhos…  O post é meu então dane-se)

— Top 3 Desventuras de Bêbado —  14/ de maio de 2008

Bom depois do meu post de ontem* algumas pessoas me perguntaram como eu havia me “acidentado” e por que eu classificava isso como uma “estupidez colossal”.

Ao invés de responder isso diretamente eu resolvi criar um “Top 3 merdas que podem acontecer com você quando você enche o rabo de cana”.

O por que disso é o fato deu estar bastante acostumado com as diversas merdas incrivelmente absurdas que eu mesmo faço quando estou completamente bêbado (fato cada vez menos recorrente, graças à bênção divina, e uma ressaca moral filha da puta), essas coisas acontecem com tanta freqüência que eu cheguei até a estabelecer uma máxima: Sempre que eu beber ao ponto de não sentir as extremidades do meu corpo eu me foderei. E é balela.

Abaixo eu relatarei algumas das piores coisas que acontecer com você no momento de completa embriaguez (eu excluí casos em que você atinge o óbito ou a paralisia parcial ou total do corpo pelo fato de nunca terem acontecido comigo, o que tornaria o relato menos verossímil).

1. Cair de pé de uma altura pouco relevante na frente dos presentes e AINDA assim machucar-se de forma considerável.

Este tipo de estupidez é bastante freqüente e se classifica entre aquelas que “Não desaparecem NEM com o fim da ressaca alcoólica, NEM com o fim da sua ressaca moral” seus danos normalmente permanecem ao longo de uma ou duas semanas, lembrando você constantemente que você não só pagou um vexame na frente de um número considerável de pessoas, como também conseguiu ficar uma semana sem poder andar direito.

Comigo:

Esta situação ocorreu de forma menos destrutiva, mas mesmo assim as seqüelas foram inevitáveis. Afinal uma pessoas que chama a atenção para si mesmo, em meio à uma reunião de amigos, para pular de um batente de 15 centímetros e AINDA ASSIM consegue torcer o tornozelo, não pode ser considerada alguém inteligente. Na verdade eu não consideraria uma pessoa dessas ser capaz de amarrar os próprios sapatos de manhã.

As seqüelas:

Preciso citar o fato de que não pude andar normalmente por uma semana e meia? Acredito que não. Os demais efeitos de minha estupidez variaram entre a fama de “bêbado idiota” à uma tentativa fútil de explicar aos meus pais que eu não havia torcido o pé bebendo com meus amigos e sim “numa entrada duríssima que eu havia sofrido no futebol”, ninguém neste planeta, que seja completamente são, joga futebol às 10 horas da noite de uma terça-feira, exceto os próprios jogadores profissionais (que o fazem mediante pagamente, e somente por isso), desta maneira nem mesmo eu acreditei numa mentira deslavada como essa.

2. Chutar um objeto significantemente pesado com uma força exorbitante.

Mais uma das maravilhosas panaquices que você pode executar assim que o álcool atinge o seu cérebro. Basta um motivo idiota (querer parecer macho perante o público local ou tentar imitar Lindomar o sub-zero brasileiro) e pronto, você toma distância e parte rumo à própria obliteração. Basta um milésimo de segundo após o impacto para você realizar que aquela foi uma estupidez que poderia ter sido evitada sem esforço algum.

O mais maravilhoso desse tipo de coisa é que a dor somente se manifesta durante aquela caminhada que você resolveu dar no dia seguinte e sente uma dor lancinante vinda do seu tornozelo/pé/dedão esquerdo, então você lembra-se do berro de dor que deu no meio das pessoas e como caiu vergonhosamente no chão perante todos.

Comigo:

Não preciso nem dizer que eu chutei a coisa mais idiota para se chutar no mundo: uma parede. Com o pé avesso ao que eu havia torcido cerca de 6 meses antes eu enfiei uma senhora “pezada” na parede do playground de um amigo meu, que foi seguido de um sonoro “PUTA QUE O PARIU POR QUE EU FIZ ISSO?” e uma dor alucinante.

Melhor foi o frase que antecedeu o incidente: “Porra véi, é foda, toda vez que eu bebo eu acabo me fodendo!**” e pá, chutão na parede do meu lado. Lamentável…

**Olha a lei aê

As seqüelas:

Uma dor escrotérrima no meio do meu pé por uns três dias e a lembrança de uma atitude extremamente idiota em público. Nada mais é necessário para que você sinta-se um jumento.

3. Cair, desta vez de uma altura considerável, de forma dolorosa e humilhante e OBVIAMENTE machucar-se de forma agravada.

Este é o ponto em que uma coisa pior só poderá acontecer se você resolver amarrar uma corda nos pés, tirar a camisa e se atar à um carro em movimento, pois tirando isso esta é a PIOR situação em que você poderá estar inserido quando bebe. Todos os sintomas anteriores se situações negativas se manifestam num caso destes e tudo (ou quase tudo) o que você julgava que jamais poderia acontecer com você, acontece.

Para a minha concepção, uma considerável é “Algo do qual você acharia bastante desagradável cair, seja de qual jeito for”. Logo o mundo que cerca as festas não está literalmente REPLETO de alturas destas de forma acessível, fato este que implica que o bêbado BUSCOU, QUIS e DESEJOU se foder e acabou se fodendo mesmo.

Comigo:

É aqui que entra a minha maravilhosa peripécia. Eu, contente e completamente embriagado, na PRIMEIRA festa da minha maravilhosa faculdade resolvi que se todos estavam pulando na piscina eu não poderia ser o único de fora dessa putaria.

É aqui caros amigos, que vocês devem verificar quem está do seu lado quando você estiver bebendo, pois num lampejo de lucidez eu me virei para meu colega (cujo nome será trocado por X para que o somente o próprio filho da puta e aqueles que presenciaram o feito conheçam sua alcunha) e disse: “X!! Me segura! Que eu vou pular e vou me foder!” X, com toda a sua sabedoria e filhadaputagem, aconselhou-me, sem sequer um traço de remorso no rosto: “Vai Motta! Pula com tudo!”. Encorajar um bêbado à fazer uma estupidez é como amarrar um porco vivo à uma bomba, você sabe que aquilo só vai resultar em tripas voadoras e muita merda, porém se você estiver à uma distância segura será muito divertido de se observar. Então eu fui à direção da piscina e, ignorando completamente um ALAMBRADO cuja altura regulava com a minha cintura, virei em uma queda sensacional perante todos os meus coleginhas de curso acertando o chão com minha cara. Aqui vai uma dica, quando você for sofrer um acidente deste naipe, certifique-se de estar tão bêbado que a dor será ignorada pelos seus receptores cerebrais.

Aqui vai um pequeno quadrinho para ilustrar quem não conseguiu captar a imbecilidade do ato:

tirinhadentePowered by Paint.

As seqüelas:

O resultado disto tudo são 3 meses de dentista (que ainda não se encerraram) um apelido na faculdade, uma fama de bêbado, um remorso bizonho, uma lição de moral (porra! Eu odeio lições de moral!) e uma vontade de dar um soco na cara de X. Isso sem contar os inúmeros vômitos no carro do meu pai que eu dei no dia.

É verdade que outras mazelas podem ocorrer com você quando você bebe, mas a maioria delas serão resultados de merdas que você fala ou que você faz para com os outros presentes e serão esquecidas na manhã seguinte ou pelo menos não vão deixar uma mancha roxa na batata da sua perna.

E que moral pode-se abstrair disso tudo? Quando estiver completamente embriagado, bêbado como um gambá (essa frase poderia ter sido suprimida, mas eu sempre quis usar a expressão “bêbado como um gambá” num texto) e tiver que escolher entra pular de algum lugar e falar algo altamente inapropriado para alguém, escolha dar aquela cantada escrotérrima na mãe da aniversariante.

*Reclamava do tempo que eu estava passando no dentista, tá aqui o link.

E não se acanhem: Comentem! vocês leitores são o nosso termômetro.

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O texto a seguir não é inédito. Na verdade é um texto meu da época do Ôdeefe e que eu considero legal. Um dos projetos do Eidagarai! é salvar os poucos  ebons posts do Ôdeefe, em parte porque me lembram das minhas raizes blogueiras (caralho, raizes BLOGUEIRAS, eu definitivamente estou virando bicha…) e em parte porque são posts legais e que seria uma pena abandoná-los num lugar onde ninguém nunca mais os verá.

De quebra essa resenha vai inalgurar o quadro de resenhas do blog, você não devem esperar muitas resenhas positivas vindas de mim, eu realmente só sinto muita vontade de escrever sobre alguma coisa, quando a tal coisa me proporciona uma experiência tão abismal que minhas mãos praticamente digitam sozinhas as ofensas ao objeto em questão (sem maldade…). E a primeira resenha vê direto de 16/05/08 mais de um ano atrás, caraaaalho faz muito tempo, e trata de um dos films que mais me deram raiva de pagar para assistir, senhoras e senhores, com vocês: Speed Racer!

(algumas correções foram feitas no texto por motivos de uma melhor leitura, o texto é meu eu faço o que quizer com ele…)

— Speed Racer — 16 de maio de 2008

Bom, eu estava me preparando para escrever a resenha de Pulse (que é o filme mais abismal da minha vida… Ainda vou faze-la) quando me chamaram pra ir ao cinema assistir Speed Racer. Por algum motivo, no momento em que saí de casa imaginei-me fazendo uma resenha à respeito do dito filme.

Não deu outra, cá estou eu.

A pergunta que pode estar passando por vossas cabeças provavelmente é: Por que? O que fez este filme merecer uma resenha expressa dessas? A resposta é simples, eu venho por meio desta manifestar-me contra os irmãos Waitxololovisk (ou seja lá como se chamem) pela SACANAGEM que eles aprontaram. Falando sério, eu fui ao cinema achando que iria assistir à uma adaptação de um desenho, bem tosco diga-se de passagem (morram fãs chatos e incondicionais de animes!), e acabei vendo um clipe de Pink floyd tocando Lucy in the sky with diamonds dirigido pelo Jimmy Hendrix. A parada foi realmente sinistraça! Pra dizer a verdade, quando o filme terminou esperei ver algo como “Dirigido por Quentin Tarantino” nos créditos. Não que eu tenha alguma coisa contra o Quentin, eu até sou fã do cara, mas o filme era trash demais pra ter sido dirigido por alguma outra pessoa.

O enredo do filme é bem bobinho e por isso não merece muito destaque no filme. Na real mesmo, nem os próprios diretores se importaram muito com ele. É aquela velha história, Speed quer só correr, por que isto está no sangue dele, PORÉM o mundo tem homens maus que querem impedi-lo, mas nada disso é problema de verdade já que nosso herói, o magnânimo Speed racer, acaba correndo anyways. Na verdade Speedy ganha todas as corridas que disputa, exceto uma lá pro meio, pra mostrar que nosso herói não é tão invencível assim (mas mesmo assim foi um roubo! Você merecia vencer Speedy!!). O resto vocês já devem imaginar, ele dá um beijo na namoradinha, todo mundo amando o Speedy, eles ficam famosos no mundo, o corredor X é irmão do Speedy mesmo, essas paradas.

O que chamou atenção na película foi o excesso de efeitos especiais e cores. Até mesmo em coisas que vocês não imaginam que precisam de efeitos especiais. A impressão que o filme passa é que TUDO (inclusive o figurino) foi renderizado num computador. Para se ter uma idéia a casa do sujeito tem uma parede de cada cor e (claro!) foi gerada por meio de computação gráfica. Agora pensem vocês, se os efeitos foram utilizados até mesmo para economizar CENÁRIO, imaginem as cenas de ação. Meus caros amigos, se algum de vocês sofre de epilepsia, labirintite ou qualquer patologia deste tipo NÃO assistam Speed racer de JEITO NENHUM! Eu quase vomitei ou sofri um aneurisma diversas vezes no filme. Cada vez que um carro fazia uma curva, nossos amigos os irmãos Waialgumacoisa, faziam questão de lembrar-me que eles participaram da criação do filme. Assim que os carros entravam na tangente a tela girava, brilhava, piscava, entrava em vórtice e sacudia-se, até mesmo FLASH BACKS e rostos flutuantes eram inseridos aleatoriamente. O resultado disso tudo, como eu já citei anteriormente, foram dezenas de seqüelas cerebrais, como sinapses destruídas e perda da memória visual de curto prazo. Imaginem como foi dirigir de volta para casa neste dia. Meu cérebro, mesmo que inconscientemente, custava à aceitar que coisas fúteis como a gravidade e as leis da física ainda existiam. Eu tinha a sensação que meu carro iria sair voando em direção aos céus à cada curva que eu fazia. Eu imagino os diretores dançando e cagando sobre os túmulos de Einstein e Isaac Newton enquanto redigiam o storyboard das cenas de ação, a física não foi somente ignorada, ela foi literalmente FODERADA.

Esta imagem lembrou-me uma das curvas feitas por Speed.


Eu tenho a impressão que Hollywood desviou 97% do orçamento anunciado para a execução de 10.000a.C. para Speed Racer. Eu nunca tinha visto um filme com tantos efeitos visuais (percebam, isto não está sendo posto como uma coisa boa, na verdade isso se revelou uma grandessíssima bosta) como este. Eu poderia citar uma cena em particular do filme, que ilustra perfeitamente esse exagero de cores e rodopios que não visavam nada mais que dar-nos náuseas e dores de cabeça fortíssimas. Na reta final de uma das corridas, Speed resolve ultrapassar seus adversários por cima de uma série de coisas brilhantes que (obviamente) brilhavam nas laterais da pista, as coisas começam a explodir em lampejos de cores fumegantes seguidas de uma explosão, vinda de um grupinho de carros que entrou em autocombustão espontânea. O resultado disso foi uma tela fumegante cercada de luzes com o Mach 5/6/7/seilá no meio, a tal imagem então entra em rodopio, criando um vórtice avermelhado que acaba transformando-se em uma faixa quadriculada. Difícil de imaginar? Imaginem de assistir.

Não posso tirar alguns certos méritos do filme. De fato algumas cenas foram realmente hilárias (espero que propositalmente) e como foram as únicas coisas legais que eu vi em Speed Racer não irei contá-los. Na verdade se eu contar o fim do filme vocês não iriam nem notar.De fato eu já fiz isso, cerca de três parágrafos acima.

No geral o filme só vai agradar os fãs incondicionais e Xiitas do desenho animado. Se você for assistir Speed Racer com alguma expectativa, irá se decepcionar. No caso de você estar querendo ver a adaptação de um desenho clássico, no caso de você querer apreciar um bom filme ou até mesmo no caso de querer uma boa desculpa para comer pipoca, em todas as possibilidades Speed Racer é uma decepção retumbante.

E é isso. Já consigo ver, daqui a uns dois anos “Matrix 4, The regreat of Neo” tentando recuperar algum do antigo prestígio dos diretores, mas agora é tarde. O filme já saiu em cartaz e todos já viram a bela merda que ele é. Agora vão para os caralhos que os partam, irmãos Wathever, vocês e seus malditos efeitos especiais.

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Cacete, acabo de sacar daqui de longe, o Eidagarai! nasceu no dia INTERNACIONAL DO ORGULHO NERD, puta que o pariu, vai tomar no meu cu! É muita emoção pra um blog só!

Sério, isso só pode ser um bom sinal, véio.

Tipo, todo mundo deve saber qual é o significado da dita data comemorativa acima, foi o dia do lançamento oficial nos EUA de Star Wars IV (ou I, foda-se…), que muitos dizem ser o maior marco da história do mundo nerd, pra mim que se foda isso, mais importante é que agora temos uma data bonitinha para comemorar e se orgulhar nossas trocas de uma saída por um PC a madrugada inteira (de vez em quando, ok? Nerd também vive…) ou sentir o prazer de chamar todo mundo que assistiu Wolverine de imbecis escrotos, porque nenhum deles sabe que o filme simplesmente estuprou em praça pública a vida do Logan. E ainda ganharmos um Fantástico tentando encher a bola dos nerds num domingo à noite. Poesia pura.

Certo, então o blog nasceu, e como o WTH?  já falou no post inalgural, o lugar não é só “mais um cantinho nerdico na internet, feito pra falar de nerdices”, é mais do que isso! (ooooh!!). A bem da verdade o Eidagarai! nasceu pra que, tanto eu quanto o Melow possamos falar de Qualquer porra que estejamos afim, qualquer MESMO. Só que, convenhamos, nerds que somos, invariavelmente acabariamos falando de muita nerdice (caralho, quantas vezes eu já falei a palavra nerd ou um derivado por aqui?) então é melhor escrachar logo pra não ver neguinho reclamando que “Mimimi fala dos Jonas Brothers…”, vão se foder, e se for pra falar é pra falar mau, porque aqui quem manda somos nós (ok, tá muito homossexual isso aqui…).

Vou deixar avisado também uma coisa que eu já havia citado nos meus tempos de Ôdeefe: Este lugar está reservado para a opinião daquele que está escrevendo a merda do texto, se você discorda, se ofendeu, se sentiu afetado, bom, supere ou se mate, opinião é que nem cu, e meu cu é meu e ninguém tasca.

E por último vou colocar aqui algumas das metas (que provavelemte  serão esquecidas), que vão servir só de guia mesmo para o desenvolvimento dessa budega:

a) ter pelo menos UM post por dia;

b)ter pelo menos uma resenha (de gadgets/séries/filmes/música) à cada 15 dias

c) ler/responder todos os (que se Deus quiser vão aparecer) comentários/e-mails enviados.

É só. Falou

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